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quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Oração da Tarde

IARB - 1662 · Tempo Comum

O texto abaixo é atualizado diariamente e preparado diretamente a partir desta edição do Livro de Oração.

¶ Ao início da Oração Vespertina, o Ministro lerá em alta voz uma ou mais das seguintes sentenças das Escrituras. Em seguida, dirá o que se segue a elas.

Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniquidades.

Salmo 51:9

Caríssimos irmãos, as Escrituras nos orientam, em muitas passagens, a reconhecer e confessar nossos muitos pecados e iniquidades; e que não os devemos dissimulá-los nem ocultá-los perante a face de Deus Todo-Poderoso, nosso Pai celestial, mas confessá-los com coração humilde, contrito, penitente e obediente, de modo que obtenhamos o seu perdão, por sua infinita bondade e misericórdia. Embora nós devamos em todo tempo reconhecer humildemente os nossos pecados perante Deus, devemos principalmente fazê-lo quando nos reunimos e nos encontramos para render-lhe graças pelos grandes benefícios que recebemos de suas mãos, para manifestar o louvor de que é mui digno, e ouvir sua santíssima Palavra, e para pedir pelas coisas que se fazem necessárias e de que carecemos, tanto para o corpo como para a alma. De modo que vos rogo e vos imploro, a tantos quantos se fazem aqui presentes, que me acompanhem, com coração puro e voz humilde, ao trono da graça celestial, dizendo comigo:

¶ Uma Confissão geral será dita por toda a congregação, com o Ministro, estando todos de joelhos:

DEUS Todo-Poderoso e Pai de misericórdia, nós erramos e nos desviamos de teus caminhos qual ovelhas perdidas; seguimos por demais os desígnios e desejos de nossos próprios corações; transgredimos tuas santas leis; deixamos de fazer o que deveríamos ter feito, e temos feito o que não deveríamos fazer. Não há nada em nós que seja são. Tem, porém, ó Senhor, misericórdia de nós, miseráveis pecadores. Poupa aqueles, ó Deus, que confessam a sua culpa; restaura a quantos se fazem penitentes, segundo as tuas promessas declaradas à humanidade em Cristo Jesus, Nosso Senhor. E concede, ó misericordiosíssimo Pai, por amor dele, que possamos doravante viver uma vida santa, justa e sóbria, para a glória de teu santo Nome. Amém.

¶ A Absolvição, ou Remissão dos pecados, a ser pronunciada apenas pelo Presbítero, este de pé, estando o povo ainda de joelhos:

Deus Todo-Poderoso, o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que não deseja a morte do pecador, mas antes, que se converta de sua iniquidade e viva; concedeu poder e mandamento a seus Ministros para declarar e pronunciar a seu povo, estando arrependido, a absolvição e remissão de seus pecados; Ele perdoa e absolve a todos quantos verdadeiramente se arrependem, e sinceramente creem em seu santo Evangelho. Portanto, suplicamos-Te que nos conceda verdadeiro arrependimento e seu Espírito Santo, de modo que tudo quanto fazemos neste momento lhe seja agradável, para que o restante de nossas vidas seja puro e santo, e que afinal possamos chegar ao seu eterno gozo, por Jesus Cristo, Nosso Senhor.

¶ O povo responde aqui e ao final de todas as orações, Amém

¶ Então o Ministro deve se ajoelhar e dizer a Oração do Senhor: o povo também se ajoelhando e repetindo-o com ele, tanto aqui como em qualquer outro lugar que seja usado no Serviço Divino.

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome, vem a nós o teu reino, seja feita a tua vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores, e não nos deixe cair em tentação, mas livrai-nos do mal. [pois teu é o Reino, o Poder e a Glória para sempre.] Amém.

¶ Então, dir-se-á:

¶ Ministro

Abre, Senhor, os nossos lábios.

¶ Resposta

E nossa boca manifestará o teu louvor.

¶ Ministro

Senhor, apresa-te em nos salvar.

¶ Resposta

Dá-te pressa, Senhor, em socorrer-nos.

¶ Pondo-se todos de pé, dir-se-á:

¶ Ministro

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo;

¶ Resposta

Como era no princípio, é hoje e para sempre, eternamente. Amém.

¶ Ministro

Louvai ao Senhor.

¶ Resposta

Louvado seja o Nome do Senhor.

Salmo 37

N1ão se aborreça por causa dos homens maus e não tenha inveja dos perversos;

2pois como o capim logo secarão, como a relva verde logo murcharão.

3Confie no SENHOR e faça o bem; assim você habitará na terra e desfrutará segurança.

4Deleite-se no SENHOR, e ele atenderá aos desejos do seu coração.

5Entregue o seu caminho ao SENHOR; confie nele, e ele agirá:

6ele deixará claro como a alvorada que você é justo, e como o sol do meio-dia que você é inocente.

7Descanse no SENHOR e aguarde por ele com paciência; não se aborreça com o sucesso dos outros nem com aqueles que maquinam o mal.

8Evite a ira e rejeite a fúria; não se irrite: isso só leva ao mal.

9Pois os maus serão eliminados, mas os que esperam no SENHOR receberão a terra por herança.

10Um pouco de tempo, e os ímpios não mais existirão; por mais que você os procure, não serão encontrados.

11Mas os humildes receberão a terra por herança e desfrutarão pleno bem-estar.

12Os ímpios tramam contra os justos e rosnam contra eles;

13o Senhor, porém, ri dos ímpios, pois sabe que o dia deles está chegando.

14Os ímpios desembainham a espada e preparam o arco para abater o necessitado e o pobre, para matar os que andam na retidão.

15Mas as suas espadas irão atravessar-lhes o coração, e os seus arcos serão quebrados.

16Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios;

17pois o braço forte dos ímpios será quebrado, mas o SENHOR sustém os justos.

18O SENHOR cuida da vida dos íntegros, e a herança deles permanecerá para sempre.

19Em tempos de adversidade não ficarão decepcionados; em dias de fome desfrutarão fartura.

20Mas os ímpios perecerão; os inimigos do SENHOR murcharão como a beleza dos campos; desvanecerão como fumaça.

21Os ímpios tomam emprestado e não devolvem, mas os justos dão com generosidade;

22aqueles que o SENHOR abençoa receberão a terra por herança, mas os que ele amaldiçoa serão eliminados.

23O SENHOR firma os passos de um homem, quando a conduta deste o agrada;

24ainda que tropece, não cairá, pois o SENHOR o toma pela mão.

25Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado nem seus filhos mendigando o pão.

26Ele é sempre generoso e empresta com boa vontade; seus filhos serão abençoados.

27Desvie-se do mal e faça o bem; e você terá sempre onde morar.

28Pois o SENHOR ama quem pratica a justiça, e não abandonará os seus fiéis. Para sempre serão protegidos, mas a descendência dos ímpios será eliminada;

29os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre.

30A boca do justo profere sabedoria, e a sua língua fala conforme a justiça.

31Ele traz no coração a lei do seu Deus; nunca pisará em falso.

32O ímpio fica à espreita do justo, querendo matá-lo;

33mas o SENHOR não o deixará cair em suas mãos nem permitirá que o condenem quando julgado.

34Espere no SENHOR e siga a sua vontade. Ele o exaltará, dando-lhe a terra por herança; quando os ímpios forem eliminados, você o verá.

35Vi um homem ímpio e cruel florescendo como frondosa árvore nativa,

36mas logo desapareceu e não mais existia; embora eu o procurasse, não pôde ser encontrado.

37Considere o íntegro, observe o justo; há futuro para o homem de paz.

38Mas todos os rebeldes serão destruídos; futuro para os ímpios nunca haverá.

39Do SENHOR vem a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza na hora da adversidade.

40O SENHOR os ajuda e os livra; ele os livra dos ímpios e os salva, porque nele se refugiam.

¶ Ministro

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo;

¶ Resposta

Como era no princípio, é hoje e para sempre, eternamente. Amém.

¶ Então será lida, de forma distinta e com voz audível, a primeira Leitura, retirada do Antigo Testamento, conforme determinada no Calendário (pag. XXXVI), exceto quando há Leituras próprias determinadas (pag. XXXII). O Leitor estará de pé em lugar e em posição em que possa ser ouvido por todos os presentes. Em seguida, será dito ou entoado na língua do povo o Hino chamado Te Deum Laudamus, diariamente, por todo o ano.

¶ Note-se que, antes de cada Leitura, o Ministro dirá: Aqui começa o Verso do Capítulo 6, do Livro Judite. E, depois da leitura, dirá: Aqui termina a Primeira, ou a Segunda Leitura.

Q1uando cessou o tumulto dos homens em torno do Conselho, Holofernes, general do exército assírio, disse a Aquior, diante de toda a multidão de estrangeiros, e a todos os amonitas:[h]

2"Quem, pois, és tu, Aquior, e os mercenários de Efraim, que profetizas entre nós, como hoje, e dizes para não guerrearmos contra a raça de Israel, porque o Deus deles os protegerá? Quem é deus além de Nabucodonosor? Este enviará sua força e os exterminará da face da terra, e o Deus deles não os salvará.

3Mas nós, seus servos, os esmagaremos como se fossem um único homem. Não poderão resistir à força dos nossos cavalos.

4Nós os queimaremos todos juntos. Seus montes embriagar-se-ão com o sangue deles, e suas planícies ficarão repletas de seus cadáveres. O rasto de seus pés não se manterá firme diante de nós, mas perecerão todos, diz o rei Nabucodonosor, o rei de toda a terra. Porque ele disse, e suas palavras não se tornarão vãs.

5Tu, porém, Aquior, mercenário amonita, que disseste essas palavras no dia de tua iniqüidade, a partir de hoje não verás a minha face até que eu me vingue dessa raça que saiu do Egito.

6Então a espada dos meus soldados e a lança[i] de meus servos atravessarão tuas costelas. Cairás entre seus feridos quando eu voltar.

7Agora meus servos te conduzirão à montanha e te deixarão em uma das cidades dos desfiladeiros.

8Só perecerás quando fores exterminado com eles.

9Não fiques de cabeça baixa, se em teu coração confias que não serão capturados. Eu disse, e nenhuma de minhas palavras cairá por terra."

10Holofernes ordenou a seus servos, que estavam diante de sua tenda, que tomassem Aquior, o conduzissem a Betúlia e o entregassem nas mãos dos filhos de Israel.

11Seus servos, então, o tomaram e o conduziram para fora do acampamento, para a planície; de lá se dirigiram para a montanha e chegaram às fontes, que estão ao pé de Betúlia.

12Quando os homens da cidade os viram no cimo dos montes, tomaram suas armas, saíram da cidade e foram para lá, enquanto os fundibulários, para impedir que subissem, lançavam pedras sobre eles.

13Abrigando-se no sopé do monte, eles ataram Aquior e o deixaram ao pé do monte antes de voltarem para o seu senhor.

14Desceram, então, os filhos de Israel de sua cidade, vieram até ele, desamarraram-no, conduziram-no a Betúlia e o apresentaram aos chefes de sua cidade, !

15que naqueles dias eram Ozias, filho de Micas, da tribo de Simeão,[j] Cabris, filho de Gotoniel, e Carmis, filho de Melquiel.

16Eles convocaram todos os anciãos da cidade. Também os jovens e as mulheres foram para a assembléia. Colocaram Aquior no meio de todo o povo e Ozias o interrogou sobre o que acontecera.

17Respondendo, anunciou-lhes as palavras do Conselho de Holofernes e tudo o que ele mesmo tinha dito no meio dos chefes assírios, como também as vantagens que Holofernes tinha contado contra a casa de Israel.

18Então o povo prostrou-se, adorou a Deus e clamou, dizendo:

19"Senhor, Deus do céu, vê o orgulho deles e tem piedade da humilhação de nossa raça. Olha, favoravelmente, neste dia, os que te são consagrados."[l]

20Depois animaram Aquior e o elogiaram muito.

21Ozias o levou da assembléia para a sua casa e ofereceu um banquete aos anciãos. Durante toda aquela noite, invocaram o socorro do Deus de Israel.

Magnificat. São Lucas 1:46-55

A minha alma engrandece ao Senhor, * e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque atentou para a humildade da sua serva; * pois eis que, desde agora, todas as gerações me chamarão bem- aventurada. Porque o Poderoso me fez grandes coisas; * e santo é o seu nome. E a sua misericórdia é de geração em geração * sobre os que o temem. Com o seu braço manifestou poder; * dissipou os soberbos no pensamento dos seus corações. Derrubou do seu trono os poderosos, * e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos, * e despediu vazios os ricos. Auxiliou a Israel, seu servo, * recordando-se da sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, * a Abraão e à sua descendência, para sempre. Glória seja ao Pai e ao Filho: * e ao Espírito Santo; Como era no princípio, é hoje e para sempre: * Eternamente. Amém.

¶ Então será lida, da mesma forma que a Primeira, a Segunda Leitura, extraída do Novo Testamento. Após, será entoado o seguinte Hino, exceto quando ele é o texto apontado para a leitura no dia ou para o Evangelho do Dia de São João Batista.

¶ Note-se que, antes de cada Leitura, o Ministro dirá: Aqui começa o Verso do Capítulo 6, do Livro 2 Coríntios. E, depois da leitura, dirá: Aqui termina a Primeira, ou a Segunda Leitura.

C1omo cooperadores de Deus, insistimos com vocês para não receberem em vão a graça de Deus.

2Pois ele diz: “Eu o ouvi no tempo favorável e o socorri no dia da salvação”. Digo que agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação!

3Não damos motivo de escândalo a ninguém, em circunstância alguma, para que o nosso ministério não caia em descrédito.

4Ao contrário, como servos de Deus, recomendamo-nos de todas as formas: em muita perseverança; em sofrimentos, privações e tristezas;

5em açoites, prisões e tumultos; em trabalhos árduos, noites sem dormir e jejuns;

6em pureza, conhecimento, paciência e bondade; no Espírito Santo e no amor sincero;

7na palavra da verdade e no poder de Deus; com as armas da justiça, quer de ataque quer de defesa ;

8por honra e por desonra; por difamação e por boa fama; tidos por enganadores, sendo verdadeiros;

9como desconhecidos, apesar de bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo, mas eis que vivemos; espancados, mas não mortos;

10entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo muitos outros; nada tendo, mas possuindo tudo.

11Falamos abertamente a vocês, coríntios, e abrimos todo o nosso coração!

12Não estamos limitando nosso afeto, mas vocês estão limitando o afeto que têm por nós.

13Numa justa compensação, falo como a meus filhos, abram também o coração para nós!

14Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?

15Que harmonia entre Cristo e Belial? Que há de comum entre o crente e o descrente?

16Que acordo há entre o templo de Deus e os ídolos? Pois somos santuário do Deus vivo. Como disse Deus: “Habitarei com eles e entre eles andarei; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”.

17Portanto, “saiam do meio deles e separem-se”, diz o Senhor. “Não toquem em coisas impuras, e eu os receberei”

18“e serei o seu Pai, e vocês serão meus filhos e minhas filhas”, diz o Senhor todo-poderoso.

Nunc Dimittis. São Lucas 2:29-32

Senhor, agora despedes o teu servo em paz, * de acordo com a tua palavra; porque os meus olhos têm visto * a tua salvação, a qual tu preparaste * perante a face de todos os povos; Uma luz para iluminar os gentios, e a glória de teu povo Israel. Glória seja ao Pai e ao Filho: * e ao Espírito Santo; Como era no princípio, é hoje e para sempre: * Eternamente. Amém.

¶ Então será dito ou cantado o Credo Apostólico, estando o Ministro e o povo de pé.

Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor; O qual foi concebido por obra do Espírito Santo, Nasceu da Virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, Foi crucificado, morto e sepultado; Desceu ao Hades; Ressuscitou dos mortos ao terceiro dia; Subiu ao céu, E está sentado à mão direita de Deus Pai Todo-Poderoso, De onde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; Na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição do corpo e na vida eterna. Amém.

¶ E, em seguida, as seguintes orações, estando todos reverentemente ajoelhados. O Ministro iniciará dizendo:

¶ Ministro

O Senhor esteja convosco.

¶ Resposta

E com o teu espírito.

¶ Ministro: Oremos.

Senhor, tem misericórdia de nós. *Cristo, tem misericórdia de nós.* Senhor, tem misericórdia de nós.

¶ Então, o Ministro, os Clérigos e todo o Povo dirá a Oração do Senhor em alta voz:

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome, vem a nós o teu reino, seja feita a tua vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores, e não nos deixe cair em tentação, mas livrai-nos do mal. [pois teu é o Reino, o Poder e a Glória para sempre.] Amém.

¶ Então, pondo-se de pé o Ministro, dirá:

¶ Ministro

Senhor, manifesta tua misericórdia sobre nós;

¶ Resposta

E concede-nos tua salvação.

¶ Ministro

Ó Senhor, salva aqueles que governam.

¶ Resposta

E ouve-nos com misericórdia, a nós que clamamos a ti.

¶ Ministro

Imbui teus ministros de retidão.

¶ Resposta

E dá alegria a teu povo escolhido.

¶ Ministro

Ó Senhor, salva teu povo.

¶ Resposta

E abençoa tua herança.

¶ Ministro

Dá paz em nosso tempo, ó Senhor,

¶ Resposta

Pois não há outro que lute por nós, senão tu, ó Deus.

¶ Ministro

Ó Senhor, torna puro dentro em nós os nossos corações;

¶ Resposta

E não removas de nós teu Espírito Santo.

Coleta do Dia

¶ Em seguida, serão feitas três orações: a primeira do dia (pag: 47), a segunda pela paz e a terceira por auxílio contra todos os perigos, conforme segue-se, sendo que as duas últimas orações serão ditas diariamente na Oração Vespertina sem alteração.

Coleta do Dia

Quarta-feira após o 18º Domingo após a Trindade

Senhor, nós te rogamos, concede à teu povo a graça de resistir às tentações do mundo, da carne e do diabo, e com corações e mentes puras seguir somente a ti, o único Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

A Segunda Coleta, à da Oração Vespertina

¶ Ministro

Ó Deus, de quem procedem todos os desejos santos, todo bom conselho e toda justa obra; concede a nós, teus servos, a paz que o mundo não pode dar; que nossos corações estejam firmados em obedecer a teus mandamentos; e que, sendo por ti guardados do temor de nossos inimigos, passemos nosso tempo em repouso e tranquilidade; pelos méritos de Jesus Cristo, Nosso Salvador. Amém.

A Terceira Coleta, por Socorro contra todos os perigos.

¶ Ministro

Ilumina nossas trevas, nós te imploramos, ó Senhor; e por tua grande misericórdia defende-nos de todos os riscos e perigos desta noite, por amor de teu único Filho, nosso Salvador Jesus Cristo. Amém.

Uma Oração por Todos aqueles em Autoridade Civil.

Deus Todo-Poderoso, cujo reino é eterno e cujo poder é infinito: Tem misericórdia sobre toda esta terra, e assim governa os corações de todos os que têm autoridade, [especialmente —,] para que eles, reconhecendo de quem são ministros, busquem acima de tudo a tua honra e glória; e para que nós e todo o povo, devidamente considerando a autoridade que eles carregam, possamos honrá-los fiel e obedientemente, de acordo com a tua palavra e ordenança abençoada, por meio de Jesus Cristo nosso Senhor, que contigo e com o Espírito Santo vive e reina, sendo um só Deus, por séculos sem fim. Amém.

Oração pelo Clero e Povo.

Deus Eterno e Todo-Poderoso, o único que operas maravilhas; envia sobre nossos Bispos e Ministros, e a todas as Congregações confiadas ao seu cuidado, o salutar Espírito da tua graça; e, de modo que possam ser verdadeiramente agradáveis a ti, derrama sobre eles continuamente o orvalho da tua bênção. Concede isto, ó Senhor, pela honra de nosso Advogado e Mediador: Jesus Cristo. Amém.

Oração de São Crisóstomo.

Deus Todo-Poderoso, que nos concedeste nesta ocasião a graça de elevarmos a ti nossa súplica comunitária, e que nos prometeste que, onde dois ou três estivessem reunidos em teu Nome, tu atenderias as suas petições. Concede agora, ó Senhor, os desejos e súplicas dos teus servos, conforme seja o melhor para eles, dando-nos neste mundo conhecimento da tua verdade, e no porvir, a vida eterna. Amém.

II Coríntios 13:14

A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam conosco para sempre. Amém.