Ordo

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Oração da Tarde

IARB - 1662 · Tempo Comum

O texto abaixo é atualizado diariamente e preparado diretamente a partir desta edição do Livro de Oração.

¶ Ao início da Oração Vespertina, o Ministro lerá em alta voz uma ou mais das seguintes sentenças das Escrituras. Em seguida, dirá o que se segue a elas.

Quando o homem perverso se desvia da sua perversidade que cometeu, e faz aquilo que é lícito e certo, salvará sua alma viva.

Ezequiel 18:27

Caríssimos irmãos, as Escrituras nos orientam, em muitas passagens, a reconhecer e confessar nossos muitos pecados e iniquidades; e que não os devemos dissimulá-los nem ocultá-los perante a face de Deus Todo-Poderoso, nosso Pai celestial, mas confessá-los com coração humilde, contrito, penitente e obediente, de modo que obtenhamos o seu perdão, por sua infinita bondade e misericórdia. Embora nós devamos em todo tempo reconhecer humildemente os nossos pecados perante Deus, devemos principalmente fazê-lo quando nos reunimos e nos encontramos para render-lhe graças pelos grandes benefícios que recebemos de suas mãos, para manifestar o louvor de que é mui digno, e ouvir sua santíssima Palavra, e para pedir pelas coisas que se fazem necessárias e de que carecemos, tanto para o corpo como para a alma. De modo que vos rogo e vos imploro, a tantos quantos se fazem aqui presentes, que me acompanhem, com coração puro e voz humilde, ao trono da graça celestial, dizendo comigo:

¶ Uma Confissão geral será dita por toda a congregação, com o Ministro, estando todos de joelhos:

DEUS Todo-Poderoso e Pai de misericórdia, nós erramos e nos desviamos de teus caminhos qual ovelhas perdidas; seguimos por demais os desígnios e desejos de nossos próprios corações; transgredimos tuas santas leis; deixamos de fazer o que deveríamos ter feito, e temos feito o que não deveríamos fazer. Não há nada em nós que seja são. Tem, porém, ó Senhor, misericórdia de nós, miseráveis pecadores. Poupa aqueles, ó Deus, que confessam a sua culpa; restaura a quantos se fazem penitentes, segundo as tuas promessas declaradas à humanidade em Cristo Jesus, Nosso Senhor. E concede, ó misericordiosíssimo Pai, por amor dele, que possamos doravante viver uma vida santa, justa e sóbria, para a glória de teu santo Nome. Amém.

¶ A Absolvição, ou Remissão dos pecados, a ser pronunciada apenas pelo Presbítero, este de pé, estando o povo ainda de joelhos:

Deus Todo-Poderoso, o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que não deseja a morte do pecador, mas antes, que se converta de sua iniquidade e viva; concedeu poder e mandamento a seus Ministros para declarar e pronunciar a seu povo, estando arrependido, a absolvição e remissão de seus pecados; Ele perdoa e absolve a todos quantos verdadeiramente se arrependem, e sinceramente creem em seu santo Evangelho. Portanto, suplicamos-Te que nos conceda verdadeiro arrependimento e seu Espírito Santo, de modo que tudo quanto fazemos neste momento lhe seja agradável, para que o restante de nossas vidas seja puro e santo, e que afinal possamos chegar ao seu eterno gozo, por Jesus Cristo, Nosso Senhor.

¶ O povo responde aqui e ao final de todas as orações, Amém

¶ Então o Ministro deve se ajoelhar e dizer a Oração do Senhor: o povo também se ajoelhando e repetindo-o com ele, tanto aqui como em qualquer outro lugar que seja usado no Serviço Divino.

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome, vem a nós o teu reino, seja feita a tua vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores, e não nos deixe cair em tentação, mas livrai-nos do mal. [pois teu é o Reino, o Poder e a Glória para sempre.] Amém.

¶ Então, dir-se-á:

¶ Ministro

Abre, Senhor, os nossos lábios.

¶ Resposta

E nossa boca manifestará o teu louvor.

¶ Ministro

Senhor, apresa-te em nos salvar.

¶ Resposta

Dá-te pressa, Senhor, em socorrer-nos.

¶ Pondo-se todos de pé, dir-se-á:

¶ Ministro

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo;

¶ Resposta

Como era no princípio, é hoje e para sempre, eternamente. Amém.

¶ Ministro

Louvai ao Senhor.

¶ Resposta

Louvado seja o Nome do Senhor.

41, 42, 43

C1omo é feliz aquele que se interessa pelo pobre! O SENHOR o livra em tempos de adversidade.

2O SENHOR o protegerá e preservará a sua vida; ele o fará feliz na terra e não o entregará ao desejo dos seus inimigos.

3O SENHOR o susterá em seu leito de enfermidade, e da doença o restaurará.

4Eu disse: “Misericórdia, SENHOR! Cura-me, pois pequei contra ti”.

5Os meus inimigos dizem maldosamente a meu respeito: “Quando ele vai morrer? Quando vai desaparecer o seu nome?”

6Sempre que alguém vem visitar-me, fala com falsidade, enche o coração de calúnias e depois as espalha por onde vai.

7Todos os que me odeiam juntam-se e cochicham contra mim, imaginando que o pior me acontecerá:

8“Uma praga terrível o derrubou; está de cama e jamais se levantará”.

9Até o meu melhor amigo, em quem eu confiava e que partilhava do meu pão, voltou-se contra mim.

10Mas, tu, SENHOR, tem misericórdia de mim; levanta-me, para que eu lhes retribua.

11Sei que me queres bem, pois o meu inimigo não triunfa sobre mim.

12Por causa da minha integridade me susténs e me pões na tua presença para sempre.

13Louvado seja o SENHOR, o Deus de Israel, de eternidade a eternidade! Amém e amém!

1Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus.

2A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus?

3Minhas lágrimas têm sido o meu alimento de dia e de noite, pois me perguntam o tempo todo: “Onde está o seu Deus?”

4Quando me lembro dessas coisas, choro angustiado. Pois eu costumava ir com a multidão, conduzindo a procissão à casa de Deus, com cantos de alegria e de ação de graças em meio à multidão que festejava.

5Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim? Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e

6o meu Deus. A minha alma está profundamente triste; por isso de ti me lembro desde a terra do Jordão, das alturas do Hermom, desde o monte Mizar.

7Abismo chama abismo ao rugir das tuas cachoeiras; todas as tuas ondas e vagalhões se abateram sobre mim.

8Conceda-me o SENHOR o seu fiel amor de dia; de noite esteja comigo a sua canção. É a minha oração ao Deus que me dá vida.

9Direi a Deus, minha Rocha: “Por que te esqueceste de mim? Por que devo sair vagueando e pranteando, oprimido pelo inimigo?”

10Até os meus ossos sofrem agonia mortal quando os meus adversários zombam de mim, perguntando-me o tempo todo: “Onde está o seu Deus?”

11Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim? Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus.

1Faze-me justiça, ó Deus, e defende a minha causa contra um povo infiel; livra-me dos homens traidores e perversos.

2Pois tu, ó Deus, és a minha fortaleza. Por que me rejeitaste? Por que devo sair vagueando e pranteando, oprimido pelo inimigo?

3Envia a tua luz e a tua verdade; elas me guiarão e me levarão ao teu santo monte, ao lugar onde habitas.

4Então irei ao altar de Deus, a Deus, a fonte da minha plena alegria. Com a harpa te louvarei, ó Deus, meu Deus!

5Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim? Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus.

¶ Ministro

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo;

¶ Resposta

Como era no princípio, é hoje e para sempre, eternamente. Amém.

¶ Então será lida, de forma distinta e com voz audível, a primeira Leitura, retirada do Antigo Testamento, conforme determinada no Calendário (pag. XXXVI), exceto quando há Leituras próprias determinadas (pag. XXXII). O Leitor estará de pé em lugar e em posição em que possa ser ouvido por todos os presentes. Em seguida, será dito ou entoado na língua do povo o Hino chamado Te Deum Laudamus, diariamente, por todo o ano.

¶ Note-se que, antes de cada Leitura, o Ministro dirá: Aqui começa o Verso do Capítulo 2, do Livro Jonas. E, depois da leitura, dirá: Aqui termina a Primeira, ou a Segunda Leitura.

D1entro do peixe, Jonas orou ao SENHOR, o seu Deus.

2E disse: “Em meu desespero clamei ao SENHOR, e ele me respondeu. Do ventre da morte gritei por socorro, e ouviste o meu clamor.

3Jogaste-me nas profundezas, no coração dos mares; correntezas formavam um turbilhão ao meu redor; todas as tuas ondas e vagas passaram sobre mim.

4Eu disse: Fui expulso da tua presença; contudo, olharei de novo para o teu santo templo.

5As águas agitadas me envolveram, o abismo me cercou, as algas marinhas se enrolaram em minha cabeça.

6Afundei até chegar aos fundamentos dos montes; à terra embaixo, cujas trancas me aprisionaram para sempre. Mas tu trouxeste a minha vida de volta da sepultura, ó SENHOR meu Deus!

7“Quando a minha vida já se apagava, eu me lembrei de ti, SENHOR, e a minha oração subiu a ti, ao teu santo templo.

8“Aqueles que acreditam em ídolos inúteis desprezam a misericórdia.

9Mas eu, com um cântico de gratidão, oferecerei sacrifício a ti. O que eu prometi cumprirei totalmente. A salvação vem do SENHOR”.

10E o SENHOR deu ordens ao peixe, e ele vomitou Jonas em terra firme.

1A palavra do SENHOR veio a Jonas pela segunda vez com esta ordem:

2“Vá à grande cidade de Nínive e pregue contra ela a mensagem que eu lhe darei”.

3Jonas obedeceu à palavra do SENHOR e foi para Nínive. Era uma cidade muito grande , sendo necessários três dias para percorrê-la.

4Jonas entrou na cidade e a percorreu durante um dia, proclamando: “Daqui a quarenta dias Nínive será destruída”.

5Os ninivitas creram em Deus. Proclamaram um jejum, e todos eles, do maior ao menor, vestiram-se de pano de saco.

6Quando as notícias chegaram ao rei de Nínive, ele se levantou do trono, tirou o manto real, vestiu-se de pano de saco e sentou-se sobre cinza.

7Então fez uma proclamação em Nínive: “Por decreto do rei e de seus nobres: Não é permitido a nenhum homem ou animal, bois ou ovelhas, provar coisa alguma; não comam nem bebam!

8Cubram-se de pano de saco, homens e animais. E todos clamem a Deus com todas as suas forças. Deixem os maus caminhos e a violência.

9Talvez Deus se arrependa e abandone a sua ira, e não sejamos destruídos”.

10Tendo em vista o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos, Deus se arrependeu e não os destruiu como tinha ameaçado.

¶ Então será lida, da mesma forma que a Primeira, a Segunda Leitura, extraída do Novo Testamento. Após, será entoado o seguinte Hino, exceto quando ele é o texto apontado para a leitura no dia ou para o Evangelho do Dia de São João Batista.

¶ Note-se que, antes de cada Leitura, o Ministro dirá: Aqui começa o Verso do Capítulo 9, do Livro Romanos. E, depois da leitura, dirá: Aqui termina a Primeira, ou a Segunda Leitura.

D1igo a verdade em Cristo, não minto; minha consciência o confirma no Espírito Santo:

2tenho grande tristeza e constante angústia em meu coração.

3Pois eu até desejaria ser amaldiçoado e separado de Cristo por amor de meus irmãos, os de minha raça,

4o povo de Israel. Deles é a adoção de filhos; deles são a glória divina, as alianças, a concessão da Lei, a adoração no templo e as promessas.

5Deles são os patriarcas, e a partir deles se traça a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de todos, bendito para sempre! Amém.

6Não pensemos que a palavra de Deus falhou. Pois nem todos os descendentes de Israel são Israel.

7Nem por serem descendentes de Abraão passaram todos a ser filhos de Abraão. Ao contrário: “Por meio de Isaque a sua descendência será considerada”.

8Noutras palavras, não são os filhos naturais que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados descendência de Abraão.

9Pois foi assim que a promessa foi feita: “No tempo devido virei novamente, e Sara terá um filho”.

10E esse não foi o único caso; também os filhos de Rebeca tiveram um mesmo pai, nosso pai Isaque.

11Todavia, antes que os gêmeos nascessem ou fizessem qualquer coisa boa ou má—a fim de que o propósito de Deus conforme a eleição permanecesse,

12não por obras, mas por aquele que chama—, foi dito a ela: “O mais velho servirá ao mais novo”.

13Como está escrito: “Amei Jacó, mas rejeitei Esaú”.

14E então, que diremos? Acaso Deus é injusto? De maneira nenhuma!

15Pois ele diz a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão”.

16Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus.

17Pois a Escritura diz ao faraó: “Eu o levantei exatamente com este propósito: mostrar em você o meu poder e para que o meu nome seja proclamado em toda a terra”.

18Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer e endurece a quem ele quer.

19Mas algum de vocês me dirá: “Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois quem resiste à sua vontade?”

20Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? “Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que o formou: ‘Por que me fizeste assim?’ ”

21O oleiro não tem direito de fazer do mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso?

22E se Deus, querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grande paciência os vasos de sua ira, preparados para a destruição?

23Que dizer, se ele fez isso para tornar conhecidas as riquezas de sua glória aos vasos de sua misericórdia, que preparou de antemão para glória,

24ou seja, a nós, a quem também chamou, não apenas dentre os judeus, mas também dentre os gentios?

25Como ele diz em Oseias: “Chamarei ‘meu povo’ a quem não é meu povo; e chamarei ‘minha amada’ a quem não é minha amada” ,

26e: “Acontecerá que, no mesmo lugar em que se lhes declarou: ‘Vocês não são meu povo’, eles serão chamados ‘filhos do Deus vivo’ ”.

27Isaías exclama com relação a Israel: “Embora o número dos israelitas seja como a areia do mar, apenas o remanescente será salvo.

28Pois o Senhor executará na terra a sua sentença, rápida e definitivamente”.

29Como anteriormente disse Isaías: “Se o Senhor dos Exércitos não nos tivesse deixado descendentes, já estaríamos como Sodoma, e semelhantes a Gomorra”.

30Que diremos, então? Os gentios, que não buscavam justiça, a obtiveram, uma justiça que vem da fé;

31mas Israel, que buscava uma lei que trouxesse justiça, não a alcançou.

32Por que não? Porque não a buscava pela fé, mas como se fosse por obras. Eles tropeçaram na “pedra de tropeço”.

33Como está escrito: “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e uma rocha que faz cair; e aquele que nela confia jamais será envergonhado”.

¶ Então será dito ou cantado o Credo Apostólico, estando o Ministro e o povo de pé.

Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor; O qual foi concebido por obra do Espírito Santo, Nasceu da Virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, Foi crucificado, morto e sepultado; Desceu ao Hades; Ressuscitou dos mortos ao terceiro dia; Subiu ao céu, E está sentado à mão direita de Deus Pai Todo-Poderoso, De onde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; Na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição do corpo e na vida eterna. Amém.

¶ E, em seguida, as seguintes orações, estando todos reverentemente ajoelhados. O Ministro iniciará dizendo:

¶ Ministro

O Senhor esteja convosco.

¶ Resposta

E com o teu espírito.

¶ Ministro: Oremos.

Senhor, tem misericórdia de nós. *Cristo, tem misericórdia de nós.* Senhor, tem misericórdia de nós.

¶ Então, o Ministro, os Clérigos e todo o Povo dirá a Oração do Senhor em alta voz:

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome, vem a nós o teu reino, seja feita a tua vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores, e não nos deixe cair em tentação, mas livrai-nos do mal. [pois teu é o Reino, o Poder e a Glória para sempre.] Amém.

¶ Então, pondo-se de pé o Ministro, dirá:

¶ Ministro

Senhor, manifesta tua misericórdia sobre nós;

¶ Resposta

E concede-nos tua salvação.

¶ Ministro

Ó Senhor, salva aqueles que governam.

¶ Resposta

E ouve-nos com misericórdia, a nós que clamamos a ti.

¶ Ministro

Imbui teus ministros de retidão.

¶ Resposta

E dá alegria a teu povo escolhido.

¶ Ministro

Ó Senhor, salva teu povo.

¶ Resposta

E abençoa tua herança.

¶ Ministro

Dá paz em nosso tempo, ó Senhor,

¶ Resposta

Pois não há outro que lute por nós, senão tu, ó Deus.

¶ Ministro

Ó Senhor, torna puro dentro em nós os nossos corações;

¶ Resposta

E não removas de nós teu Espírito Santo.

Coleta do Dia

¶ Em seguida, serão feitas três orações: a primeira do dia (pag: 47), a segunda pela paz e a terceira por auxílio contra todos os perigos, conforme segue-se, sendo que as duas últimas orações serão ditas diariamente na Oração Vespertina sem alteração.

Coleta do Dia

Terça-feira após o 14º Domingo após a Trindade

Deus Todo-Poderoso e eterno, concede-nos o aumento da fé, esperança e caridade; para que possamos obter o que tu prometes, fazendo-nos amar o que tu ordenas, por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

A Segunda Coleta, à da Oração Vespertina

¶ Ministro

Ó Deus, de quem procedem todos os desejos santos, todo bom conselho e toda justa obra; concede a nós, teus servos, a paz que o mundo não pode dar; que nossos corações estejam firmados em obedecer a teus mandamentos; e que, sendo por ti guardados do temor de nossos inimigos, passemos nosso tempo em repouso e tranquilidade; pelos méritos de Jesus Cristo, Nosso Salvador. Amém.

A Terceira Coleta, por Socorro contra todos os perigos.

¶ Ministro

Ilumina nossas trevas, nós te imploramos, ó Senhor; e por tua grande misericórdia defende-nos de todos os riscos e perigos desta noite, por amor de teu único Filho, nosso Salvador Jesus Cristo. Amém.

Uma Oração por Todos aqueles em Autoridade Civil.

Deus Todo-Poderoso, cujo reino é eterno e cujo poder é infinito: Tem misericórdia sobre toda esta terra, e assim governa os corações de todos os que têm autoridade, [especialmente —,] para que eles, reconhecendo de quem são ministros, busquem acima de tudo a tua honra e glória; e para que nós e todo o povo, devidamente considerando a autoridade que eles carregam, possamos honrá-los fiel e obedientemente, de acordo com a tua palavra e ordenança abençoada, por meio de Jesus Cristo nosso Senhor, que contigo e com o Espírito Santo vive e reina, sendo um só Deus, por séculos sem fim. Amém.

Oração pelo Clero e Povo.

Deus Eterno e Todo-Poderoso, o único que operas maravilhas; envia sobre nossos Bispos e Ministros, e a todas as Congregações confiadas ao seu cuidado, o salutar Espírito da tua graça; e, de modo que possam ser verdadeiramente agradáveis a ti, derrama sobre eles continuamente o orvalho da tua bênção. Concede isto, ó Senhor, pela honra de nosso Advogado e Mediador: Jesus Cristo. Amém.

Oração de São Crisóstomo.

Deus Todo-Poderoso, que nos concedeste nesta ocasião a graça de elevarmos a ti nossa súplica comunitária, e que nos prometeste que, onde dois ou três estivessem reunidos em teu Nome, tu atenderias as suas petições. Concede agora, ó Senhor, os desejos e súplicas dos teus servos, conforme seja o melhor para eles, dando-nos neste mundo conhecimento da tua verdade, e no porvir, a vida eterna. Amém.

II Coríntios 13:14

A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam conosco para sempre. Amém.